Luar na praia: O Banho de Sangue
- George Croiff
- 8 de dez. de 2025
- 7 min de leitura

O jipe de Lucas e Mariana atolou na areia fofa a poucos metros de onde a rebentação beijava a costa deserta. Era a Praia da Meia-Noite, assim chamada pela lenda local de que nem mesmo o sol ousava demorar-se ali. A escolha perfeita para o seu acampamento de aniversário de namoro.
Enquanto Lucas descarregava a barraca laranja-vibrante e o isopor, Mariana acendia uma fogueira modesta, o cheiro de maresia misturando-se à fumaça da lenha úmida. O céu estava limpo, a Via Láctea uma mancha leitosa de promessas cósmicas e a lua cheia. No entanto, havia uma tensão estranha no ar, um silêncio muito profundo para uma praia.
"Você tem certeza que não ouviu... um tipo de uivo?", Mariana perguntou, esfregando os braços, apesar do calor do fogo.
Lucas riu, tentando soar despreocupado. "Só os coiotes, amor. Ou talvez um cão vadio. Estamos sozinhos aqui, lembra? Relaxa. Toma, come mais um marshmallow."
Eles jantaram sob a vigilância das estrelas, a conversa desfeita por beijos, as vezes beijos roubados e as vezes demorados e com bastante língua. Já entornavam a terceira garrafa de vinho e depois de muitos beijos e amassos que prediziam o que estava por vim. Lucas estava com seu pau bem duro mas ainda dentro da bermuda quando Mariana começou a acaricia-lo e colocou pra fora passando o dedão na base da cabeça da glande, esfregando na palma de sua mão e batendo uma. Parecia que ela só queria provocar o Lucas mas na verdade é que ela estava com agua na boca e muito tesão. ela já sentia sua buceta molhada. Então ela caiu de boca lambendo o membro por inteiro fazendo varios movimentos com língua. Depois ele segurou na base do pau com firmeza e colocou a lingua para fora da boca e bateu na lingua com o pau e depois voltou a engolir o pau por inteiro.
Lucas a pegou calmamente pelos braços, ela sem entender toda a calma dele quando num movimento brusco ele joga ela no chão de quatro e tira a parte de baixo do biquini e começa a lamber sua buceta concentrando as chupadas nos labios e clitoris, deixando-a louca.- Vocé já esta toda molhada- falou Lucas. -Então vamos para a barraca logo- falou Mariana com a vagina pulsando.
Lucas acenou com a cabeça que não. - Falta uma coisa que eu quero fazer e sei que você vai gostar. Lucas foi terminando de falar e já afundando sua boca entre as nadegas de mariana e metendo a lingua no anus dela. Geralmente ela não gostava de sexo anal pois sentia dor devido ao tamanho do pau do Lucas mas devido a situação de tesão e aos vinhos, a Mariana gemeu e gozou ali mesmo.
Quando a lua, gorda e prateada, atingiu o ponto mais alto no céu, eles se recolheram para a barraca, o zíper fechando-se como um selo contra o vasto e escuro exterior.
Enquanto Mariana tirava o restante da roupa dela e do Lucas, ele invadia o anus dela com a lingua e a buceta com os dedos. Então ela abre as pernas e ele mete escorregando o pau em sua buceta molhada rapidamente gozando dentro dela e sem parar o movimento até que ela gozasse. Ao perceber que estava chegando novamente
no climax, ela pediu aos gritos:
Me coma toda. quero gozar. quero gozar com o cu.
Lucas foi enfiando no anus dela enquanto ela rebolava para encaixar o pau dele mais rápido. Quando conseguiu, fazia estocacas cada vez mais rapidas enquanto Mariana gemia alto e gritava: ai que gostoso, meta! meta! meta!
enquanto ela gozava, Lucas falava baixinho no ouvido dela: isso ai gostosa rabuda, estou com o pau todo atolado no seu cu. goza com meu pau no seu cu.
Ele falava baixo para aumentar o tesão dela e ela gritava para soltar energia do gozo.
No final ele gozou no lombo dela e ela caiu com as pernas fracas. Se limparam e dormiram rapidamente.
O sono de Mariana foi brutalmente estilhaçado. Não por um som, mas por uma vibração intensa, um tremor que vinha do chão, um batimento pesado e irregular que parecia ressoar em seus próprios ossos.
Tum... Tum... Tum...
"Lucas," ela sussurrou, cutucando-o com urgência. "Você ouviu isso?"
Ele resmungou, virando-se, ainda enredado nos fios do sono.
O som parou abruptamente. Um novo som tomou seu lugar: um cheiro. Era um odor selvagem e nauseante – de pelo molhado, terra úmida, sangue coagulado e algo mais, algo predatório, carnívoro e inequivocamente inteligente. O ar na barraca ficou denso com a ameaça.
Mariana prendeu a respiração. Então, ela ouviu. Um ronco baixo e vibrante, tão próximo que o tecido da barraca parecia tremer em resposta. Podia sentir o hálito quente e putrefato da criatura do lado de fora.
O pânico travou seus músculos. Ela agarrou o braço de Lucas, apertando-o com toda a força, as unhas cravando-se na pele.
"Acorda! Acorda, por favor! Tem algo aqui!"
Lucas finalmente despertou, confuso e sonolento, a irritação inicial se transformando em um choque gelado ao ver o terror estampado no rosto de Mariana. "O quê? O que houve?"
ARRANHÕES. Violentos, furiosos.
Três garras maciças rasgaram a lona laranja-vibrante da barraca. O tecido se desfez como papel. Um rasgo irregular se abriu, revelando não a escuridão da areia, mas algo muito mais denso e negro. E acima, dois pontos de luz âmbar brilhavam com uma ferocidade infernal, olhos que não refletiam a lua, mas a devoravam.
"O quê... é isso?" Lucas sussurrou, a voz esganiçada, o terror esmagando o ar de seus pulmões.
A criatura uivou. Não era o uivo de um animal, mas um lamento gutural de dor e fome, um som primitivo que parecia rasgar o próprio tecido da realidade.
O Lobisomem afastou o tecido rasgado com uma pata enorme, revelando o rosto. Era uma monstruosidade de mandíbulas alongadas, presas gotejantes de saliva, e pelugem dura e pretos emaranhados, úmidos de alguma secreção. A fera parecia colossal, seus ombros musculosos bloqueando a luz da lua, projetando uma sombra imensa sobre eles.
Com uma velocidade impossível, a pata dianteira do Lobisomem rasgou a barraca de cima a baixo, revelando-os completamente.
"SAI DAQUI!" gritou Lucas, um ato de desespero e bravura. Ele empurrou Mariana para fora da barraca pelo lado oposto, jogando-se no caminho da criatura.
O Lobisomem grunhiu e suas garras, afiadas como navalhas, fecharam-se em torno do ombro de Lucas. Um grito de dor lancinante e agonizante ecoou pela praia, silenciando o som das ondas por um instante. O sangue jorrou imediatamente, escuro e quente, manchando a areia clara.
O Lobisomem, impiedoso, apertou e Lucas berrou, contorcendo-se. Ele tentou lutar, mas a força da criatura era avassaladora. Em um movimento rápido e brutal, o monstro rasgou o braço de Lucas do ombro, arrancando-o com um estalo úmido e horrível.
Um jato carmesim pulsou da ferida aberta, pintando o pelo escuro da fera. O grito de Lucas transformou-se em um gorgolejo, um som borbulhante enquanto ele caía na areia, a vida esvaindo-se de seus olhos arregalados de horror.
Mariana, paralisada, observava o horror se desenrolar diante dela. O Lobisomem inclinou a cabeça, os olhos âmbar fixos em Lucas, que agora jazia em uma poça de seu próprio sangue. A criatura se abaixou, as presas expostas em um sorriso macabro, e cravou-as no pescoço de Lucas. Um último espasmo, e Lucas ficou imóvel, a garganta dilacerada, a vida extinta.
O monstro se ergueu, o focinho agora vermelho e molhado, um pedaço de carne escura pendurado entre suas presas. Seus olhos âmbar, antes fixos em Lucas, viraram-se lentamente para Mariana.
Ela correu.
Correu na direção da água, a areia fofa exaurindo sua força, o som dos dentes estraçalhando a carne de Lucas ecoando em sua mente. Ela olhou para trás. A criatura não estava correndo; ela estava saltando. Saltos poderosos que a faziam percorrer dezenas de metros a cada impulso, aproximando-se com uma velocidade aterrorizante.
O monstro a alcançou na linha d'água, onde a areia estava dura e escura, já manchada com o que escorria da boca do Lobisomem. Ele levantou uma garra, coberta com o sangue de Lucas, pronta para desferir o golpe final. Mariana fechou os olhos, gritando, aceitando o destino.
CRASH!
O Lobisomem não a atingiu. Em vez disso, a fera soltou um grunhido de dor, recuando bruscamente.
Mariana abriu os olhos. Na mão, ela apertava o que havia pegado instintivamente ao tropeçar: um pequeno crucifixo de prata que ela sempre usava em um cordão no pescoço. Ela o havia arrancado sem querer no frenesi, e a ponta havia se cravado na pata dianteira do Lobisomem.
A prata.
O Lobisomem soltou um rugido de agonia e ódio, as patas queimando onde a água salgada do mar as molhava, onde a prata havia tocado sua pele. A criatura olhou para o crucifixo e para Mariana, seus olhos âmbar se estreitando em uma promessa de vingança que congelou o sangue nas veias dela.
Tum... Tum... Tum...
A criatura começou a recuar, seus passos diminuindo, cada um carregando menos peso. O monstro olhou para a lua minguante que já descia no horizonte, sua fúria controlada por um instinto mais profundo.
Então, com um último uivo rouco e ameaçador, o Lobisomem mergulhou na escuridão do mato alto, desaparecendo tão completamente quanto um pesadelo se esvai ao despertar.
Mariana cambaleou de volta, tropeçando em seu próprio medo, até o local onde Lucas jazia. O cheiro de ferro e morte a sufocou. Seus olhos fixaram-se no corpo dilacerado, na poça de sangue que se espalhava pela areia, e um grito de dor e desespero irrompeu de seu peito, misturando-se com o som das ondas e o silêncio da noite assassina.
Ela não olhou para trás. Subiu no jipe, as mãos tremendo tanto que mal conseguia ligar o motor. Acelerou o veículo, não parando até que as luzes do primeiro posto de gasolina surgissem no horizonte, mas as imagens daquela noite, o som dos ossos de Lucas se quebrando e o cheiro de seu sangue, estariam gravadas em sua alma para sempre.


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